Seis tipos de puxa-sacos - e o que fazer para não se tornar um deles

09.05.2017

Consultor da Page Personnel traça alguns perfis de profissionais conhecidos no ambiente de trabalho e analisa características que podem ser prejudiciais à carreira e ao rendimento da empresa

 

Eles são figuras carimbadas e controversas em qualquer ambiente de trabalho. Pouco confiáveis e extremamente bajuladores, estão sempre tentado “impressionar” a chefia. E tem puxa-saco de todo o tipo: queridinho, papagaio ou até Papai Noel são alguns nomes utilizados para identificar algumas variedades de típicas de profissionais puxa-sacos.

 

De acordo com a Page Personnel, consultoria especializada no recrutamento de profissionais técnicos e de suporte à gestão, embora possa parecer inofensivo às vezes, o comportamento de alguns desses perfis é tão danoso que pode atrapalhar o desempenho de colegas e da própria equipe no ambiente de trabalho, sem contar os prejuízos que essa postura traz ao desenvolvimento da própria carreira.

 

Autossabotagem

“Ter uma boa relação com os líderes é muito saudável, porém, nenhum profissional se torna mais importante do que os outros por conta disso. O profissional precisa ter consciência de que é avaliado por suas competências técnicas e comportamentais, e não por excesso de agrados e bajulações”, conta Lucas Oggiam, gerente da Page Personnel. Esse comportamento pode, inclusive, ter o efeito contrário do esperado. Geralmente, os puxa-sacos acabam sendo excluídos pelos demais colegas, pois não são vistos como pessoas confiáveis.

 

Veja seis perfis inadequados e muito constantes no ambiente corporativo:

 

O queridinho

Faz de tudo para chamar a atenção do chefe e agradar, mesmo que para isso tenha que ser desleal com seus colegas. Chega a apontar e criticar outros colegas sobre possíveis falhas, especialmente na frente do gestor, com o objetivo de demonstrar responsabilidade e senso de liderança.

 

O papagaio

Repete tudo que o chefe fala, sejam frases prontas, comentários genéricos e até mesmo piadas. E claro, também decora citações daqueles palestrantes que são fenômenos de audiência nas redes sociais – e que alguns colegas adoram replicar na timeline do Facebook.

 

O hiperatarefado

Está sempre sobrecarregado: projetos, relatórios, apresentações e tudo mais. A questão é que ele só está ocupado de fato quando precisa ajudar alguém, pois ao menor sinal da presença do chefe, ele se mostra absolutamente livre para iniciar uma nova tarefa, de preferência, na frente dos demais colegas.

 

O sabe-tudo

São os donos da verdade. Gostam de se vangloriar, mas, na prática, não dominam profundamente nenhum assunto sobre o qual se aventuram a falar. Atacam tanto em assuntos menores, quanto em reuniões e momentos de tomada de decisão, como se estivessem à frente do tempo e dos demais colegas.

 

O cérebro blindado

É reconhecidamente um expert na sua função, porém, incapaz de compartilhar o seu conhecimento com a equipe. Não gosta de dividir seu know how com os colegas com receio de outras pessoas terem mais oportunidades do que ele na frente do chefe. Gosta de mostrar toda sua experiência na frente dos líderes.

 

O Papai Noel

Aparece com frequência no final do ano: compra lembrancinhas, docinhos, presentinhos e qualquer outra coisa sem que o gestor tenha pedido, só para cair em suas graças, como se fosse realmente generoso e preocupado. Na verdade, seu único objetivo é impressionar seu chefe e demais superiores.

 

Dicas para não cair na armadilha de se tornar um puxa-saco

 

- Tenha bom senso. Pense antes de comprar um presente não solicitado, de fazer um comentário em público, ou, então, algo que não você tem certeza de como seus colegas reagiriam. Imagine alguém agindo em seu lugar, você aprovaria essa postura?

 

- Criar uma boa relação com a gestão é ótimo, mas isto não te faz mais capaz do que outros membros da equipe. Não superestime seu relacionamento com o chefe em detrimento da relação que mantém com seus colegas. Não se esqueça de que trabalha em equipe!

 

- Os puxa-sacos são muito mal vistos no ambiente de trabalho e facilmente detectáveis. Geralmente eles acabam sendo excluídos de grupos formados no trabalho, pois os colegas passam a não confiar neles e evitam sua companhia. O isolamento é um mal sinal e pode prejudicar a avaliação profissional de um executivo, impactando diretamente em futuras promoções.

 

- Procure ter uma relação sadia e amigável com seus colegas de trabalho. Essa relação saudável traz benefícios diretos à produtividade individual e coletiva. Pessoas com bons relacionamentos são mais propensas ao sucesso na carreira.

 

- A promoção e o sucesso são conquistas naturais. Um profissional atingirá esses objetivos com disciplina e dedicação. Utilizar recursos pouco convencionais pode ser a opção menos inteligente e segura para trilhar uma trajetória profissional vitoriosa.

 

Fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/economia/pos-e-carreira/seis-tipos-de-puxa-sacos---e-o-que-fazer-para-nao-se-tornar-um-deles-49i530u1eunwy16p9aii1vnku

 

Postado por Adriana Araújo.

 

 

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