• Marabá Diário

Tardes turvas


Choram minha melancolia Emagrece minh'alma e meu ser pede descanso Curvas de uma estrada perigosa, bem a beira do precipício, drena meu sangue.

Expeli amores, de dores pra fora. O coração palpita A velocidade que corre o amor, turbinado de incertezas, continua na estrada.

Nem aurora, nem crepúsculo, nem estrela me clareia. Escuro! A única luz acesa, esperança! Ainda continuo na estrada.​

Autora: Fernanda Rosse



3 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

QUINTANA

CONHEÇA

Armações de diferentes modelos e preços.